Recuperamos Tributos pagos a maior e cuidamos da sua isenção sem risco jurídico

Revisamos até 5 anos de Tributos pagos indevidamente e estruturamos toda a recuperação com equipe especializada.

Você quer saber se está pagando imposto indevido?

Pesquisas revelam que 87% das Pessoas Físicas e Empresas do Simples Nacional pagam Impostos a maior sem saber.

Você sabe que pode parar de pagar o imposto indevido?

A lei determina que a partir do momento em que você cumpra os requisitos de isenção, não precisa continuar pagando.

Você sabe que pode recuperar até 5 anos de impostos indevidos?

A lei determina que o contribuinte que pagou imposto indevido pode recuperar até 5 anos com o valor corrigido.

Serviço especializado em recuperação de tributos pagos a maior

Nossos Serviços

A carga tributária brasileira pesa no bolso e está longe de ser justa. Resultado: pagamos mais do que deveríamos. 

E o que complica? Muita gente paga além do necessário sem saber. A Receita não sinaliza isenções nem alerta quando a cobrança estoura o limite. Mas, a lei está do seu lado e você pode virar o jogo. Com informação e um check-up fiscal correto, dá para pagar o que é devido — nem um real a mais.

Para Pessoa Física

resgateimposto.com.br

Profissionais contribuindo acima do teto do INSS

Recuperação de até 5 anos de Contribuição de INSS pagos a maior por Profissionais com mais de um emprego de carteira assinada (CLT)+RPA+PJ, com salários que somados atingem valor superior a R$ 8.157,41 e ajuste para pagar somente o devido no futuro.

resgateimposto.com.br

Aposentados com direito a isenção de IR

Recuperação de até 5 anos de Imposto de Renda sobre a renda de aposentadoria pagos indevidamente por Aposentados isentos, portadores de doenças graves e a isenção de pagamentos futuros.

Como Nós Trabalhamos

Agende sua consulta

O primeiro passo é conversarmos para avaliar seu caso.

Envio de documentos

Com os dados dos documentos, o processo administrtivo será iniciado

Você recebe sua restituição

Os valores atualizados são são depositados pela Receita direto na sua conta

Nossos Diferenciais

Equipe de Especialistas e Diagnóstico Tributário sem Custo

Analisamos sua situação fiscal com precisão e sem compromisso, identificando valores pagos indevidamente.

Atuação 100% Segura e Amparada na Lei

Todos os processos seguem rigorosamente a legislação vigente, garantindo segurança jurídica total.

Acompanhamento de ponta a ponta com total transparência

Você acompanha cada etapa em tempo real, com relatórios claros e prazo ágil para restituição.

O que dizem os nossos clientes

Quem somos?

Você não deveria pagar um centavo a mais do que a lei exige — e nós existimos para garantir isso

Somos uma Equipe de Consultores Tributários e nossa missão aqui é transformar indignação em propósito: descobrir, corrigir e recuperar valores que milhares de brasileiros perdem todos os meses para o sistema tributário sem perceber.

Combinamos tecnologia, método e rigor jurídico/administrativo para identificar cobranças indevidas de INSS, IRPF e tributos do Simples Nacional — e devolver ao contribuinte aquilo que sempre foi seu.

Perguntas Frequentes

Sou aposentado(a) e tenho doença grave. Tenho direito à isenção e à devolução do IR que já paguei?

Sim. A lei brasileira garante isenção total de IR sobre aposentadoria, pensão ou reforma para portadores de doenças graves previstas na Lei 7.713/88, como câncer, cardiopatia grave, Parkinson, nefropatia grave, entre outras. Essa isenção pode ser retroativa à data do diagnóstico, limitado aos últimos 5 anos, o que permite pedir a devolução do imposto que foi descontado indevidamente nesse período.

A legislação lista um conjunto de moléstias graves que geram direito à isenção, como: neoplasia maligna (câncer), cardiopatia grave, doença de Parkinson, esclerose múltipla, nefropatia grave, hepatopatia grave, AIDS, cegueira, hanseníase, paralisia irreversível e incapacitante, entre outras previstas no art. 6º, XIV, da Lei 7.713/88 e normas posteriores. Não é um “benefício do governo”, é direito previsto em lei — o desafio é comprovar corretamente com laudo médico oficial e fazer o pedido de forma técnica.

Pode, e isso é muito mais comum do que parece. Quem tem mais de um vínculo (por exemplo, médico com dois hospitais, professor em mais de uma instituição, CLT + autônomo, sócio que também contribui como pessoa física) pode acabar recolhendo acima do teto máximo do INSS. Como o INSS só considera esse teto para cálculo de benefício, o que passou disso é, em regra, dinheiro que pode ser devolvido — limitado aos últimos 5 anos. Uma análise técnica das contribuições mês a mês (CNIS, holerites, GPS) mostra se existe valor a restituir.

Quando feito de forma amadora, pode aumentar risco, sim. Mas quando o trabalho é conduzido com base na legislação (como Lei 7.713/88, CTN, normas da Receita) e na jurisprudência dos tribunais, com documentação completa e fundamentação técnica, o movimento é o oposto: você sai da irregularidade e passa a ter sua situação fiscal ajustada ao que a própria lei determina. O que fazemos é corrigir distorções (imposto pago a mais) usando os mesmos caminhos previstos pela Receita e pelo Judiciário.

Sim, porque são trabalhos diferentes. O contador cuida do dia a dia: envio de obrigações, emissão de guias, fechamento de folha, apuração mensal. Já a recuperação tributária exige uma análise profunda e pontual, cruzando dados históricos, legislação específica, decisões recentes de tribunais (como monofásicos, ICMS-ST, PIS/COFINS, teto do INSS, moléstia grave, etc.), além de estrutura própria para retificação, pedidos de restituição e acompanhamento. Na prática, a consultoria complementa o trabalho do contador, sem substituí-lo, e muitas vezes trabalha em conjunto com ele.

Existe, sim, um prazo legal. Em regra, para tributos pagos indevidamente (INSS, PIS/COFINS monofásico, etc.), o contribuinte tem 5 anos para pleitear a restituição, contados do pagamento indevido, conforme o Código Tributário Nacional. Já na isenção de IRPF por doença grave, a isenção pode ser reconhecida retroativamente à data do diagnóstico, e é possível pedir a devolução do que foi descontado a partir de então, observando também limites de prescrição. Por isso, quanto antes a análise for feita, maior a chance de recuperar valores que ainda não prescreveram.

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