Profissionais com mais de um emprego — como Médicos, Engenheiros, Enfermeiros, Professores — quase sempre pagam INSS acima do teto sem saber. E esse valor pode ser recuperado.
O INSS não controla seus múltiplos vínculos.
Hospitais, empresas, clínicas e obras descontam cada um separadamente, mesmo quando você já atingiu o limite mensal.
Resultado:
Você paga a mais.
O INSS recebe.
E o dinheiro simplesmente não volta sozinho.
A resposta sincera: depende.
A resposta realista: muito mais do que você imagina.
Casos reais mostram recuperações como:
💡 E ainda recupera até 5 anos para trás.
A lei só permite recuperar os últimos 5 anos (em média 60 meses). O que for passando disso, vai sendo perdido.
Cruzamos seus vínculos e buscamos sinais de cobrança acima do teto.
Analisamos seu CNIS, holerites, RPAs, GPS, vínculos CLT e prestação de serviços.
Mostramos exatamente quanto você tem direito a recuperar.
Cuidamos de tudo: processo administrativo, ajustes, documentos, restituição.
Se você se reconhecer em qualquer linha abaixo, a chance de recuperar valores é muito alta.
Basta que a renda somada atinja valor superior ao teto do INSS, que, em 2026 é de R$ 8.475,55.
— Henrique Abreu, 40 anos - Médico
— Rodrigo Costa, 41 anos - Engenheiro
— Paula Cristina, 36 anos - Enfermeira
Atuamos exclusivamente com recuperação tributária especializada Analisamos sua situação fiscal com precisão e sem compromisso, identificando valores pagos indevidamente.
Todos os processos seguem rigorosamente a legislação vigente, garantindo segurança jurídica total. Sem promessas fáceis — apenas cálculos e leis
Você acompanha cada etapa em tempo real, com relatórios claros e prazo ágil para restituição. Seguimos rigorosamente a legislação.
O primeiro passo é conversarmos para avaliar seu caso.
Após a reunião organizamos os documentos e ordenamos os dados.
Com os dados ordenados, o processo administrativo é iniciado.
Os valores atualizados são depositados pela Receita direto na sua conta.
Somos uma Equipe de Consultores Tributários e nossa missão aqui é transformar indignação em propósito: descobrir, corrigir e recuperar valores que milhares de brasileiros perdem todos os meses para o sistema tributário sem perceber.
Combinamos tecnologia, método e rigor jurídico para identificar cobranças indevidas de INSS, IRPF e tributos do Simples Nacional — e devolver ao contribuinte aquilo que sempre foi seu.
Pode, e isso é muito mais comum do que parece. Quem tem mais de um vínculo (por exemplo, médico com dois hospitais, professor em mais de uma instituição, CLT + autônomo, sócio que também contribui como pessoa física) pode acabar recolhendo acima do teto máximo do INSS. Como o INSS só considera esse teto para cálculo de benefício, o que passou disso é, em regra, dinheiro que pode ser devolvido — limitado aos últimos 5 anos. Uma análise técnica das contribuições mês a mês (CNIS, holerites, GPS) mostra se existe valor a restituir.
Sim, porque são trabalhos diferentes. O contador cuida do dia a dia: envio de obrigações, emissão de guias, fechamento de folha, apuração mensal. Já a recuperação tributária exige uma análise profunda e pontual, cruzando dados históricos, legislação específica, decisões recentes de tribunais (como teto do INSS), além de estrutura própria para retificação, pedidos de restituição e acompanhamento. Na prática, a consultoria complementa o trabalho do contador, sem substituí-lo, e muitas vezes trabalha em conjunto com ele.
Existe, sim, um prazo legal. Em regra, para tributos pagos indevidamente (INSS, PIS/COFINS monofásico, etc.), o contribuinte tem 5 anos para pleitear a restituição, contados do pagamento indevido, conforme o Código Tributário Nacional. Já na isenção de IRPF por doença grave, a isenção pode ser reconhecida retroativamente à data do diagnóstico, e é possível pedir a devolução do que foi descontado a partir de então, observando também limites de prescrição. Por isso, quanto antes a análise for feita, maior a chance de recuperar valores que ainda não prescreveram.
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